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  • Francisco Cangueiro

    Francisco Cangueiro- Palaçoulo

    Artesão da arte de trabalhar madeiras, Francisco Cangueiro, notabiliza-se também na mestria da elaboração de navalhas.
    As peças por ele apresentadas, são de tal ordem subtis e elegantes, que encaixam na perfeição das necessidades quotidianas.
    É impossível desviar o olhar quando nos deparamos com o trabalho que realiza.
    Nascido em Palaçoulo, foi empregado fabril nas industrias de cutelaria de Palaçoulo. Esculpe artesanalmente, aqueles que se consideram os melhores cabos para navalhas. Pois a habilidade que possui de improviso e adaptação dos materiais com que trabalha, originam a mais luxuriante peça.

  • Francisco Diz

    Francisco Amaro Diz

    O seu cunho é: Francisco Diz - Aguas Vivas

    É o artesão mais recente no Nordeste Transmontano.

    Com 67 anos de idade, Francisco Diz, elabora as suas navalhas, desde a freguesia de Águas Vivas, no concelho de Miranda do Douro.

    A arte de elaborar cutelarias tradicionais, surge por curiosidade. Diz ter-se lembrado em se aventurar a fazer uma navalha e que lançou mãos à obra, e então eis que nasceu a sua primeira peça. Desde esse dia para cá, que tem mantido todo o seu tempo para o concepção artesanal, de navalhas.

    Robustas e duradouras, certamente. Garantimos que o fundamental e necessário numa navalha artesanal transmontana, pode ser encontrado nas navalhas de Francisco Diz. 

    Utiliza apenas aço carbono para as suas lâminas, ao que lhe atribui uma têmpera eficaz e bastante agradável, finaliza-as com um cabo em madeiras resistentes, tais como o carrasco, bucho e urze, com formatos comuns em que salientamos as navalhas de cabo quadrado e outras que destacam-se pelo seu formato.

    Não podemos deixar de destacar os dotes de acordeonista. A paixão por este instrumento é enorme, ao que apelamos que mantenha também, a mesma pela execução de cutelarias e que nos vá impressionando como o tem feito até aqui, com as suas peças.


    Compre cutelarias Francisco Diz – Aguas Vivas, que fará uma excelente escolha.

  • MAM

    MAM® Filmam, Lda.

    A MAM® FILMAM, Lda., é uma empresa cuja fundação remonta aos tempos dos tétra-avôs dos actuais sócios-gerentes (1870). A humildade e dedicação dos seus antepassados, sobreviveu às maiores adversidades da história, e graças a isso a MAM® FILMAM chegou ao séc. XXI, com uma forte e enraizada implantação no mercado.

  • Martins

    A José Maria Martins, Cutelaria Tradicional de Palaçoulo Lda., é uma empresa familiar de cariz artesanal, que coloca nos seus produtos um saber de experiência feito, adquirido ao longo das últimas 5 décadas.

    Face ao mundo global e competitivo em que vivemos, a empresa assume uma aposta estratégica de crescimento sustentado, orientada para públicos diversificados, que ao escolher os seus produtos, a encorajam na continuidade e a responsabilizam na sua oferta. 

    A cuidada selecção das matérias-primas, aliada ao processo de fabrico, onde coabitam tradição e inovação, sustentadas pelo "saber fazer" dos seus recursos humanos, são indubitavelmente o garante de satisfação dos seus clientes. 

    Num olhar mais atento, podemos constatar, que cada um dos seus produtos é cuidadosamente elaborado segundometodologias artesanais

    A presença humana, assume um papel de destaque no processo de fabrico, pelo que apesar das semelhanças finais,cada peça é única e especial

    Para si, foi reservada a missão mais importante!.. Escolher cada uma delas. 

  • Pires - Palaçoulo

    Facas Pires - Cutelaria em Palaçoulo - Tradição e Qualidade 

  • TAD - Genísio

    TAD - Genísio
    Tibério Augusto Delgado, 

    Para os amantes das cutelarias tradicionais de Miranda do Douro, estamos convictos que deverão ter conhecimento da navalhas de Genísio.
    Produzidas artesanalmente pelo Sr. Tibério Augusto Delgado, ferreiro de profissão, ofício que abraça desde a idade dos 12 anos, quando começou a ajudar o seu pai na arte do manejo do ferro.
    Militou nas Indias Ultramarinas. Terminou o serviço militar no ano anterior à ocupação dos territórios de administração nacional. Nunca mais saiu de Portugal.
    Hoje, aos 78 anos de idade, o “Tiu” Tibério, como ele é conhecido, continua a construir as suas navalhas, da forma de como as viu fazer ao seu avô. Por iniciativa própria, decidiu que depois do declínio agrícola, haveria de começar a fazer navalhas.
    Denomina a sua oficina, como sendo o seu escritório, local onde passa grande parte do seu tempo, apenas dedicado às suas navalhas. “ – Tenho dias, que entro aqui de manhã e só saio para ir tomar as refeições.”
    O seu segredo, consiste em selecionar os melhores aços e conjugar as melhores madeiras, principalmente freixo, bucho, carrasco e pau-ferro.
    Actualmente, quem opte por adquirir uma navalha cabriteira, fabricada nos moldes tradicionais, sabe que é aqui que a pode encontrar.

  • Torrão - Sendim

    Armandino José Domingues Torrão, é o artesão que produz as célebres navalhas cujo símbolo transporta o seu nome de artesão e a sua localização, no interior de uma garrafa. É que para além de ser artesão na área da cutelaria, o Armandino Torrão, para quem o não conhece, é também produtor e engarrafador de vinhos do Planalto Mirandês.
    Natural da Vila de Sendim em Miranda do Douro, Armandino Torrão constrói as suas navalhas desde 2006.
    Nos seus actuais 46 anos de idade, afirma que a curiosidade lhe aguçou o jeito de fazer navalhas.
    Diga-se pois, que nunca teve qualquer orientação que o inclinasse para o fabrico artesanal de navalhas, porém, sentiu um dia que haveria de começar a construir cutelaria e, o resultado tem sido além de surpreendente, muito positivo, visto que, é expositor em feiras de artesanato o que contribui largamente para a expansão do seu trabalho.
    Dos materiais utilizados, convém esclarecer os nossos clientes, que Torrão - Sendim, usa apenas aço carbono nas suas lâminas, devidamente forjado e temperado, segundo as técnicas por ele obtidas pela sua experiência e que não convém pois, descobri-las. No que concerne aos materiais usados na confecção dos cabos das navalhas, Armandino Torrão, dá preferência às madeiras de bucho, carrasco, oliveira, pau-rosa e ébano, conciliando também, em a construção de navalhas com cabos em haste de corço e veado.
    Aplicou também nas suas navalhas sistemas de travão da lâmina, que poderão ser encontrados no nosso site, em dois tipos diferentes de navalhas, às quais, o convidamos desde já a vir conhecer.
    De linhas seguras e vistosas, as navalhas Torrão - Sendim, são uma boa opção.

  • Verissimo

    • Veríssimo António Pires, 68 anos de idade, artesão na área das cutelarias, expande o seu trabalho desde a bela cidade transmontana de Miranda do Douro, de onde do alto da sua oficina, alcança-se uma maravilhosa vista do Rio Douro e de terras de Espanha.
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